Assistência Técnica

Suporte Técnico Especializado

Manutenção de Notebooks

Itens para Informática

Periféricos

Venda de Produtos

Analista de Suporte

Analista de Suporte Técnico

Projetos para Empresas

Terceirização de Serviços TI

Redução de Custos

Atendimento Priorizado

Manutenção de Notebooks e Computadores


 

 

 Conserto de Notebooks e Computadores.

 Configuração e Gerenciamento de Rede Particular e  Comercial.  

 Contratos de Prestação de Serviços de Informática.

 Vendas de Produtos e Periféricos.

© 2016 RIPRITEC TECNOLOGIA

Feeds

G1 > Tecnologia e Games

Últimas notícias de tecnologia e de games. Informações sobre internet, jogos, tv digital e lançamentos de produtos eletrônicos de última geração.
  • Após cinco meses, Microsoft deixa falha em versão 'clássica' do Skype

    A versão clássica do Skype para Windows, chamada de "versão 7", tem uma falha de segurança que, segundo a Microsoft, não será corrigida. No momento, mais de cinco meses após o descobrimento da vulnerabilidade pelo pesquisador de segurança Stefan Kanthak, a Microsoft não corrigiu o problema e quem utiliza a versão clássica do Skype pode não ser avisado de que o programa tem de obrigatoriamente ser atualizado para a versão UWP - o "novo" Skype.A brecha permite que um software malicioso obtenha permissões administrativas no computador a partir do programa de instalação do Skype. Os meios de exploração da falha ainda são incertos, mas o problema não permite por si só que um vírus contamine o computador diretamente pelo Skype. O que a brecha faz é abrir caminho para que um programa já instalado no sistema se aproveite do Skype para obter permissões de acesso indevidas.Para usuários de versões mais recentes do Windows, o "novo" Skype, que não possui a falha, precisa ser baixado da loja de aplicativos do Windows, a Microsoft Store. A nova versão ainda carece de diversos recursos presentes na versão 7, o que faz com que muitos usuários permaneçam na versão anterior. O blog Segurança Digital verificou que o recurso de atualização do Skype informa que "a última versão do Skype está instalada", mas não diz que a versão 7 é considerada obsoleta. A Microsoft não oferece mais essa versão para download no site oficial do Skype.Versão 7.40.0.151, a 'mais recente' do Skype clássico, tem vulnerabilidade. Solução é o 'novo' Skype disponível na Microsoft Store. (Foto: Reprodução)Kanthak comunicou o problema à Microsoft em setembro de 2017. Ao especialista, a Microsoft justificou que corrigir o problema necessitaria que o código do instalador do Skype fosse reescrito e que isso não seria possível porque a empresa estava dedicando recursos à versão nova do Skype.Erro conhecidoSempre que um programa é carregado na memória, ele carrega junto de si diversos códigos prontos chamados de "bibliotecas". Isso desobriga o software de "reinventar a roda", pois ele pode chamar códigos já preparados com as funções que ele deseja realizar. No Windows, essas bibliotecas são reconhecidas pelo formato de arquivo "DLL".Apesar de esse comportamento ser muito positivo e comum, há uma falha de segurança se o programa não verificar adequadamente o código carregado. Nesse caso, um invasor pode "plantar" um arquivo especial que será carregado e executado por um software legítimo. É como se um vírus podesse "infectar" um programa apenas colocando um arquivo na mesma pasta que ele, sem ter que modificar o programa em si.É isso que ocorre com o programa de instalação e atualização do Skype: é possível colocar um arquivo "DLL" na mesma pasta que o instalador for executado e esse código será carregado no lugar de um DLL legítimo do Windows que o Skype deveria carregar.O cenário de ataque para esse tipo de falha é um pouco restrito. Por isso, a Microsoft não corrige este problema no instalador do Skype desde que ele foi descoberto, em 2016. No entanto, o recurso de atualização automática do Skype -- que é um serviço executado com permissões elevadas -- pode executar esses instaladores do Skype, abrindo um caminho para que um invasor passe de usuário desprivilegiado a administrador do sistema usando uma suposta atualização do Skype como "ponte". Este foi o ataque proposto por Kanthak.Uma brecha idêntica foi descoberta em 2015 na Ferramenta de Remoção de Software Mal-Intencionado, um programa baixado periodicamente pelo sistema de atualização automática do Windows para remover pragas digitais comuns. Esse problema foi corrigido.Como ocorre o ataque - em 4 passosA falha não permite que um vírus seja instalado no computador diretamente, mas pode potencializar um ataque já em andamento. O ataque é teórico, mas ocorreria mais ou menos dessa forma:1. O ataque começa com um vírus sendo executado pela vítima ou por alguém com acesso direto a um computador restrito. Esse vírus deve ser instalado por algum meio sem relação com a falha. A praga digital tem acesso aos arquivos pessoais, mas não pode interferir com o sistema operacional ou com o programa antivírus instalado, pois não tem as permissões necessárias. 2. O computador tem o Skype instalado. O vírus então aciona o mecanismo de atualização automática do Skype, fazendo com que uma nova versão seja baixada. 3. Antes de o serviço de atualização iniciar o instalador da nova versão, o vírus copia uma DLL maliciosa para a pasta onde a atualização é baixada. Esse download ocorre em uma pasta acessível para contas restritas, de modo que o vírus pode livremente modificar essa pasta. Se o download ocorresse em uma pasta onde o usuário não tivesse acesso, a falha não aconteceria.4. O serviço de atualização irá executar o instalador do Skype baixado com permissões elevadas. O instalador carregará o código especificado pelo vírus no lugar do código original do sistema, repassando as permissões elevadas do serviço que o executou para o próprio vírus. Nesse momento, o vírus é capaz de interferir com o sistema operacional, desativar o antivírus e realizar outras atividades que impeçam a detecção e a remoção da praga digital.Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com
  • Ponto Frio aposta em 'loja digital', com realidade virtual e vitrine eletrônica, para mudar a cara da rede; veja vídeo

    Menor e com menos produtos, nova loja leva tecnologias digitais para o mundo físico e pode mudar estratégia de negócio da Via Varejo, rede dona de Ponto Frio e Casas Bahia com quase mil lojas no Brasil. Cliente experimenta óculos de realidade virtual em 'loja digital' do Ponto Frio. Marcelo Brandt/G1 Dona das marcas Ponto Frio e Casas Bahia, a Via Varejo abriu em São Paulo uma loja diferente de todas as outras de sua rede. Conectada a todo momento na internet, é bem menor que o habitual, com menos produtos, mas abarrotada de tecnologia, como experiência com realidade virtual, exposição virtual de produtos e rastreamento de clientes. O G1 visitou a primeira loja digital do Ponto Frio, localizada no shopping Vila Olímpia, em São Paulo. Para os executivos da companhia, trata-se de um conceito que pode ser replicado em outras unidades e tem o potencial de mudar a cara das cerca de mil lojas da Via Varejo. Vídeo: Loja conectada mescla mundos digital e real A digitalização das lojas físicas é uma tendência global do varejo, na medida em que a competição com empresas que vieram do e-commerce, como a Amazon, chega nas lojas físicas. Segundo eles, aliás, algumas das tecnologias de uma loja da Amazon nos Estados Unidos, que não possui funcionários nem caixas, já estão presentes no ponto de venda do Shopping da Vila Olímpia. “A gente quis construir um espaço onde o melhor dos mundos físico e online andassem juntos”, diz Marcelo Nogueira, diretor de modelo de vendas da Via Varejo. Mundo físico + Mundo virtual A loja é enxuta em dois aspectos. O espaço disponível é de apenas 170 metros quadrados, 15% do tamanho médio de outras lojas, que têm 1,1 mil metros quadrados. O estoque tem 150 produtos, quando o restante da rede possui mais de mil aparelhos em suas prateleiras. “A gente traz a tecnologia para complementar a exposição”, diz Nogueira. “Não é o produto real, mas não é só ver uma foto na internet.” Logo na entrada da loja, uma tela enorme exibe em tamanho real eletrodomésticos grandes, como geladeiras e máquinas de lavar. “Tem só dois refrigeradores expostos na loja, mas mais de 30 na tela virtual em tamanho real.” Prateleira digital mostra produtos que não estão na 'loja digital' do Ponto Frio. Marcelo Brandt/G1 Dentro do lugar, um painel vertical de LED, chamado de “prateleira infinita”, divide espaço com prateleiras físicas, repletas de ferros de passar e liquidificadores. A instalação mostra itens de linha existentes no catálogo da empresa, mas ausentes na loja. Assim como o telão da entrada, é sensível ao toque para permitir que o consumidor vire o produto e consiga ver mais detalhes. A loja também vende móveis, mas quem quiser comprá-los não encontrará um só armário por lá. Os interessados deverão vestir óculos de realidade virtual para mergulhar em um mundo digital. É por meio dos óculos que o cliente verá as estantes, armários, mesas e sofás à venda. Eles já estarão posicionados em uma sala de estar digital, mas é possível mudar cor, estilo e os modelos vistos. Por toda a loja, totens estão distribuídos para que produtos e preços sejam pesquisados diretamente no site do Ponto Frio. Análise de expressões faciais Posicionadas estrategicamente pela loja, câmeras captam imagens dos clientes. Elas são usadas para registrar quantas pessoas passam em frente à loja, quantas entram, por onde passam, os produtos mais interessaram e até se os clientes ficaram felizes ou decepcionados com o que viram exposto (um software detecta isso ao analisar as expressões faciais deles). Outra integração permitirá que o cliente continue na loja uma compra iniciada no site. “Se você se ‘logou’ no nosso site, procurou por produtos e abandonou o carrinho, chegou na loja, eu consigo te identificar e recuperar aquele carrinho. O vendedor não precisa começar a conversa do zero. O sistema vai trazer inclusive sugestões de produtos, dado o perfil e o seu histórico de pesquisa”, diz Nogueira. O cliente poderá ser identificado caso tenha o aplicativo instalado. Isso pode ser feito ao acessar a rede Wi-Fi da loja, por reconhecimento facial ou caso forneça ao vendedor algum dado pessoal, como CPF e e-mail. A Via Varejo analisa as informações do rastreamento dos clientes e das vendas da loja para decidir o que deve ser exposto e em que horário. “Da mesma forma que o site faz o rastreamento suas pesquisas dos clientes, essa loja aqui, com essas tecnologias combinadas, permite que façamos o mesmo”, diz o diretor da Via Varejo. 'Loja digital' do Ponto Frio, em São Paulo. Marcelo Brandt/G1 Mudando a cara das lojas A abertura da loja digital do Ponto Frio é o carro-chefe da estratégia da Via Varejo de modernização das suas lojas. “Há possibilidade para escalar tudo que a gente está fazendo nessa loja”, diz Nogueira. Se o modelo for replicado, ficam menores tanto o espaço destinado à exposição de produtos quanto o estoque. Segundo o diretor, esse espaço sobressalente pode: receber novas categorias de produto (a rede está testando vender pneus), ser usado para incluir lojas de parceiros (linha mole, perfume, cosmético), ser devolvido para reduzir custo de ocupação, ser usado para clientes experimentarem os produtos e serviços vendidos. A loja do Ponto Frio é uma loja-conceito, com uma diversidade de novas tecnologias em teste. Algumas tecnologias dela já serão adotadas em outras lojas, como o totem interativo, diz Marcos Teixeira, diretor de tecnologia da informação da Via Varejo. “Eles vão olhar uma solução, como a prateleira infinita, que tem sinergia com um cluster de lojas, e vão replicar. Não necessariamente o que a gente rodar aqui é para todas as outras lojas. Vai depender da localização, do público etc.” Para preparar o restante da rede, a Via Varejo ampliou a capacidade de conexão das lojas, para conseguirem manter conectados tanto os aparelhos da loja quanto os smartphones dos clientes. Um quarto dos pontos de venda já foram reformadas. O mesmo deve ocorrer com as outras até o meio do ano. Para dar esse banho de internet nas lojas, Teixeira conta que a Via Varejo dobrou o tamanho da área de tecnologia, que agora conta com 1,3 mil profissionais. Nas novas lojas, a visão é de que tamanho não é mais o diferencial. “As lojas novas já nascem com este conceito de que é preciso de 25% a 30% menos de espaço”, diz Nogueira. Via Varejo x Amazon Totem interativo na 'loja digital' do Ponto Frio mostra catálogo de produtos exibidos no site da rede. Marcelo Brandt/G1 A Via Varejo inaugurou sua aposta para conciliar os mundos físico e virtual dias antes de a Amazon abrir nos EUA uma loja sem atendentes nem caixa, que usa tecnologia tanto para registrar quando um produto sai da prateleira quanto para cobrar um cliente por ele. Os executivos garantem que a loja do Ponto Frio está em pé de igualdade com a da rival. “A tecnologia que a Amazon implementou é baseada em imagem. Aqui, a gente já está usando tratamento com imagem para finalidades diferentes das da Amazon. Eu consigo saber onde você está trafegando, se é homem ou mulher, seu estado de espírito. Já é um reconhecimento. Nós não estamos usando as imagens para ver se você retirou um produto da prateleira ou saber se é um celular. Mas é algo que amanhã, dependendo da categoria e do sortimento, talvez faça sentido”, diz Teixeira. A empresa brasileira mantém a concorrente norte-americana no radar, principalmente após ela ter lançado no Brasil sua iniciativa inicial no varejo online além dos livros e de seu leitor eletrônico. No ano passado, a Amazon abriu seu marketplace (venda de terceiros) de eletrônicos e produtos para casa e cozinha. “A Amazon está aí na agenda, mas isso aqui [loja digital] a gente está fazendo porque faz sentido para o cliente”, diz Nogueira. “O nosso direcionamento não pode ser Amazon, Walmart ou Magazine Luiza”, desconversa o executivo para, em seguida, apontar as diferenças em relação à norte-americana, que só opera na internet. “Eu não tenho dúvida de que ter uma loja física, faz uma diferença brutal, devido à comodidade. Ninguém quer ficar esperando em casa. Se você quer um telefone, você vem aqui e pega um. Só que as lojas da Via Varejo têm enfrentando uma queda no fluxo de clientes. A empresa não diz quanto. Mas 30% das visitas aos estabelecimentos são de pessoas que apenas vão retirar os produtos comprados na internet. Essa nova realidade já faz a companhia testar a retirada de aparelhos fora de sua rede, como em agências dos Correios e até mesmo em lockers. “Tem menos fluxo? Tem, mas é um fluxo mais qualificado. Os clientes vêm para uma experiência mais personalizada. Não adianta eu ficar aqui te dando um conteúdo irrelevante. Se eu aprender a fazer isso, você vai continuar comprando comigo”, diz Nogueira.
  • Estados Unidos e Reino Unido culpam Rússia pelo vírus NotPetya

    Os Estados Unidos e o Reino Unido acusaram formalmente o governo russo - e, especificamente, o exército russo - pelo vírus conhecido como "NotPetya" ou "ExPetr". Inicialmente classificada como vírus de resgate e depois reconhecida como código meramente destrutivo, a praga digital foi disseminada em junho de 2017 por meio do mecanismo de atualização automática do programa de contabilidade ucraniano M.E. Doc.Acusações como esta são extremamente raras. Os Estados Unidos e o Reino Unido também acusaram a Coreia do Norte pelo vírus de resgate WannaCry -- este, de fato, era um vírus de resgate que cobrava um valor em criptomoedas para permiti que as vítimas recuperassem seus arquivos. Especialistas acreditam que a Coreia do Norte utiliza esses ataques e criptomoedas para obter fundos e burlar as sanções interacionais impostas ao país asiático.No caso da Rússia, a Ucrânia vinha acusando o país de diversos ciberataques. Além do NotPetya, a Ucrânia também acusa a Rússia de estar por trás dos vírus que causaram dois apagões elétricos no país. Um relatório de inteligência da Estônia também apontou que o governo russo está por trás de dois grupos de invasão conhecidos por especialistas como APT28 ("Fancy Bear") e APT29 ("Cozy Bear").Especialistas de diversas empresas de segurança também acreditam, com variados níveis de certeza, que esses grupos de hackers são patrocinados pelo governo russo. O grupo "Cozy Bear" é considerado o responsável pela invasão que levou ao vazamento de dados do Partido Democrata durante as eleições americanas de 2016. O "Fancy Bear" é tido como o autor de ataques contra a Agência Mundial Antidoping (WADA) quando a mesma investigava um escândalo de doping russo.SAIBA MAISHackers atacaram atleta que denunciou doping russo, diz agênciaUcrânia tem segundo apagão elétrico causado por hackers O governo russo sempre negou todas as acusações. Esta acusação mais recente, feita pelo Reino Unido e pelos EUA, foi taxada de "russofóbica" pelas autoridades de Moscou, segundo a "BBC".Em um comunicado publicado no site oficial do Ministério de Assuntos Exteriores, o Reino Unido afirmou que o ataque atribuído à Rússia "despreza a soberania ucraniana" e que o vírus, ao se espalhar pela Europa e atingir diversas organizações, causou "centenas de milhões de libras" de prejuízo.Mensagens de resgate dos vírus NotPetya (superior) e Petya 'GoldenEye' (inferior). Para supostamente ter arquivos de volta, NotPetya aceitava comunicação por e-mail, que logo foi desativado após a propagação do vírus. Vírus original usava site dentro da rede Tor, resistente à censura. Alteração é indício de que o código não foi criado com a intenção de permitir o resgate dos arquios. (Foto: Reprodução)Ataque 'mascarado'O NotPetya chamou atenção por funcionar exatamente como um vírus de regaste. Inicialmente, o vírus foi confundindo com o vírus Petya, mas analistas de empresas antivírus depois concluíram que se tratava de um vírus diferente, dando a ele o nome de "NotPetya" (Não-Petya) e "ExPetr" ("Ex-Petya").Diferente de um vírus de resgate comum -- que tem como foco obter pagamentos de resgate para devolver os arquivos criptografados --, o NotPetya dava pouca ênfase à possibilidade de pagamento e recuperação de dados. Uma das principais rotinas do vírus tinha um erro de programação que impedia totalmente a recuperação dos arquivos. Especialistas concluíram que o programa era um "wiper" -- nome dado às pragas digitais que apagam dados e programas para deixar o sistema atacado inoperante."O ataque se mascarava de uma atividade criminosa, mas sua finalidade era primariamente destrutiva. Os alvos principais foram os setores de finanças, energia e governamental da Ucrânia. A programação indiscriminada fez com que ele se disseminasse, afetando outras empresas europeias e russas", diz o comunicado do Reino Unido, em linha com a análise dos especialistas.Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com