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  • Facebook levará jogos interativos e pesquisas de opinião a vídeos ao vivo

    Novidades incluem ainda a realização de concursos com prêmios em dinheiro por meio da plataforma de vídeo da rede social. Vídeos ao vivo no Facebook. Divulgação/Facebook Facebook anunciou nesta terça-feira (19) que oferecerá uma série de novos formatos para sua plataforma de vídeo, incluindo jogos interativos, pesquisas e concursos. Os novos formatos estarão disponíveis para criadores de conteúdo de vídeo na rede social, que busca um nicho para competir com Netflix e YouTube, entre outros. Uma das funções do Facebook permitirá a interatividade, que poderá ser utilizada em jogos e concursos com prêmios em dinheiro. "Acreditamos que ver vídeos não tem que ser algo passivo, e que muitos tipos de formatos de entretenimento tradicional -- desde programas de jogos até séries de telerrealidade e conteúdos baseados em roteiros -- podem ser reinventados para ser um centro comunitário", declarou o Facebook. Entre as atrações do novo formato está o show "Outside Your Bubble", da BuzzFeed News, que desafiará os participantes a dar um "passo fora da bolha" e adivinhar o que estão pensando as pessoas em diferentes grupos das redes sociais.
  • Golpe no Instagram espalha site com falsas promoções de óculos Ray-Ban

    Um golpe que afeta principalmente usuários do Instagram está divulgando sites falsos com supostas promoções de produtos da marca Ray-Ban por meio de publicações não autorizadas. Os endereços divulgados são de sites sem relação com a loja oficial da marca e os produtos vendidos também são falsos ou, no mínimo, de procedência duvidosa. Também é possível que os sites estejam roubando as informações dos consumidores. Legenda: Exemplo de publicação no Instagram divulgando site com promoções falsas da Ray-Ban. Divulgação/Instagram Há poucos dados confirmados sobre esse golpe. Sabe-se que as imagens são publicadas no Instagram, que são divulgados diversos sites idênticos (porém com endereços diferentes) e que os preços informados aparecem em várias moedas. As postagens são feitas sem autorização no perfil das vítimas. A publicação tende a marcar outras pessoas para obter uma visibilidade maior. Não se sabe como os invasores obtiveram permissão para postar as imagens em nome das vítimas. É possível que as vítimas tenham caído em algum golpe de phishing -- páginas falsas do Instagram ou Facebook -- ou que os criminosos tenham utilizados senhas presentes em vazamentos de dados (quem repete as mesmas senhas em vários serviços pode ser vítima nesse caso). Outra possibilidade é que as senhas tenham sido roubadas por um vírus. Site 'MinhaSenha' revela suas senhas que caíram no submundo da web A recomendação para todos os usuários é que o site com as supostas promoções não seja visitado. Para quem teve a imagem da promoção publicada sem autorização no perfil, aconselha-se a troca das senhas do Instagram e do Facebook. Também vale a pena verificar os aplicativos autorizados na conta do Instagram (https://www.instagram.com/accounts/manage_access/), mas é improvável que a publicação tenha ocorrido por esse meio. Spam em contas invadidas O uso de contas comprometidas para publicar uma imagem em massa e divulgar sites fraudulentos mostra como qualquer tipo de conta de serviço pode ser útil. Não é comum enxergar o Instagram como um site de conteúdo sensível ou sigiloso. No entanto, o uso de várias contas comprometidas permite que os golpistas alcancem um público considerável com o golpe. É por isso que não se pode pensar que uma senha de acesso para qualquer serviço -- seja ele qual for -- não é de interesse dos invasores. Praticamente qualquer serviço on-line pode ser envolvido em um golpe, desde que os malfeitores tenham criatividade para aproveitar o acesso que obtiveram. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com
  • Apple é multada na Austrália em US$ 6,6 milhões por não consertar iPhones reparados por outras empresas

    Australianos tiveram aparelhos afetados pelo 'erro 53'. 'Erro 53' desativava iPhones e iPads que tivessem passado consertos feitos por empresas que não a Apple. Divulgação/iFixit A Apple terá que pagar uma multa na Austrália de aproximadamente US$ 6,6 milhões por prejudicar clientes que compraram seus aparelhos entre fevereiro de 2015 e fevereiro de 2016, informaram as fontes judiciais nesta terça-feira (19). A decisão foi tomada pelo Tribunal Federal da Austrália que atendeu as reclamações feitas em um processo judicial movido pela Comissão Australiana de Concorrência e Consumo (ACCC, sigla em inglês) contra a Apple e sua filial no país. O órgão entrou com a ação judicial após investigar centenas de queixas vinculadas ao "erro 53". O problema aparecia após donos de iPhone 6, que passaram por algum reparo "não oficial" (fora dos centros de serviço autorizados), instalarem o sistema operacional o iOS 9 nos aparelhos. A falha técnica desativava não só iPhones mas também iPads. A Apple admitiu ter rejeitado a reparação dos terminais de pelo menos 275 clientes australianos afetados, alegando que os dispositivos já tinham sido reparados por terceiros. "Se um produto tem uma falha, os clientes têm o direito de consertá-lo ou substituí-lo, de acordo com a Lei do Consumidor da Austrália e, às vezes, até mesmo um reembolso", disse a comissária da ACCC, Sarah Court. Após receber as notificação das investigações da ACCC, a Apple colocou em prática um programa para compensar os clientes prejudicados -- que são em torno de 5 mil.